Startups, fintechs e unicórnios – Um breve panorama

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Há pouco tempo, falamos aqui no blog sobre serviços que antes eram oferecidos de forma ‘tradicional’ e agora estão migrando (em alguns casos perdendo espaço) para formas digitais, através de aplicativos de celular, ou soluções digitais, que transformaram a forma como consumimos serviços, como: contas bancárias, cartões de crédito e até pedido do famoso botijão de gás.

Na ‘crista’ dessa onda estão as fintechs, mas o que essas empresas têm de tão especial para chamarem tanta atenção de fundos de investimento, inclusive internacionais?

O Brasil é um país que possui um mercado em potencial. Apesar de nosso sólido sistema financeiro, segundo o IBGE, quase metade de nossa população economicamente ativa ainda não possui uma conta formal no banco, isso é um imenso mercado de 55 milhões de pessoas que não possuem nenhum vínculo com o sistema financeiro nacional, e é por isso que empresas como Nubank, Sofisa Direto, GuiaBolso estão entre as queridinhas das fintechs.

Mas nem só de um oceano azul vivem essas empresas, temos também a singularidade do nosso mercado, que possui algumas coisas que não são regra no cenário mundial, como: boleto bancário, cheque pré-datado e parcelamento no cartão de crédito. É essa singularidade que fazem empresas como a PagSeguro (que recentemente fez a maior captação de recursos de uma empresa privada brasileira na bolsa de Nova Iorque) entenderem e serem pioneiras preenchendo espaços que até então não eram financeiramente viáveis ao sistema financeiro tradicional, disponibilizando acessibilidade a serviços que até então tinham um custo alto para um autônomo ou uma pequena empresa.

Por esses e outros motivos, existem tantas empresas para serem os nossos primeiros ‘unicórnios’, assim como aconteceu recentemente com o Nubank, colocando o Brasil de vez no mapa mundial das empresas que valem mais de 1 bilhão de dólares.

Outro exemplo bem marcante é a Stone pagamentos, que adquiriu filial brasileira da Elavon (uma das maiores de seu segmento), e está caminhando a passos largos para em breve ser um decacorn e ser a primeira empresa brasileira do segmento de pagamentos a valer mais de 10 bilhões de dólares, ficando ao lado no mundo de empresas como Uber e Didi.

Essas empresas mostram apenas que nossa criatividade, singularidades de nosso mercado e habilidade de superação vão colocar o Brasil, mesmo em um momento de retração econômica, na vanguarda latino-americana de empresas expressivas e competitivas no mercado mundial, estamos cada vez mais de próximos de nossos pares do Norte. Ainda não somos uma Suécia, que tem hoje a maior quantidade de Startups percapta do mundo, mas é evidente que estamos no caminho certo.

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