O futuro dos serviços estão nos apps?

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Fintechs

Com a popularização dos smartphones na última década, criou-se uma nova corrida tecnológica em torno de um novo mercado, o de serviços oferecidos por apps.

Hoje ao alcance de um dedo você pode pedir um táxi, comida e até abrir uma conta no banco. O que todas essas soluções tem em comum além de rodar em uma plataforma mobile? Todas, sem exceção transformaram ou estão transformando mercados já consolidados, em bom português coloquial, “estão mudando as regras do jogo”.

O caso mais interessante são as fintechs (do inglês “financial technology”) que em suma estão mudando um mercado até então controlado por grandes bancos. Certamente você já viu alguém com um cartão do NuBank ou usando aquele aplicativo GuiaBolso e não tenha dúvidas que essas serão cenas que você verá cada vez mais.

As fintechs são o maior exemplo de empresas que se colocam em brechas em que o mercado “tradicional” não atende. Para se ter uma ideia segundo pesquisa recente do IBGE 42% dos brasileiros não possuem uma conta em um banco, gerando um imenso mercado de 55 milhões de potenciais clientes que vivem as margens do sistema financeiro.

A relevância dessas empresas começa a se tornar tão grande a ponto de o presidente do Itaú Unibanco Roberto Setúbal ter declarado em uma conferência da Febraban os seguintes dizeres: “Tenho certeza que nós, bancos, temos que correr”.

Não vou aqui discutir o imenso papel social que essas empresas representam pois não é o foco desse post. O exemplo das fintechs foi apenas para demonstrar que as regras conhecidas do imenso setor de serviços estão mudando e os apps irão dominar e buscar brechas em cada vez mais setores, oferecendo mais que um serviço, oferecendo inclusão, democratização as limitações atuais do mercado.

Respondendo em definitivo a pergunta do título desse post com um sonoro SIM, pois sabemos que o mercado de serviços é enorme e possui um potencial praticamente inexplorado. As empresas e startups que em sua definição, buscarem constantemente a inovação podem encontrar a “galinha dos ovos de ouro”. Porém apenas lembrando que apesar do dinamismo desse mercado ser sua maior virtude, ele também é sua maior armadilha, pois dá mesma forma que essas startups estão “quebrando” o jeito tradicional de fazer as coisas, ele também pode quebrar algumas tantas empresas que surgirem para suprir determinada lacuna de serviço, pois como o advento dos apps o mercado de serviços que já é dinâmico, torna-se ainda mais.

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